sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Banho tentador!


Ela no banho eu entrei silencioso espiá-la, contemplei suas curvas corporais, sua delicadeza de princesa nos movimentos do seu relaxante banho e cada gota d’água que escorria pela sua face rolando em seus lábios a tornava ainda mais sensual. Ela sabia que eu iria chegar a qualquer momento, já sem roupas mergulhei na doce magia de sua sedução a beijando intensamente, sem abrir seus olhos ela sorriu sabendo ser eu sussurrando que eu fizesse o que desejasse com ela.

Convite mais que tentador ao ouvir tais palavras, beijando, lambendo, mordiscando a cada centímetro do corpo. Sentindo-a estremecer quando passava minhas mãos em seu corpo macio até tocar em seu clitóris arrancando um quase que grito a fazendo se encostar a parede gelada do chuveiro, seus mamilos eram visivelmente rígidos do seu tesão, seu líquido nas preliminares a faziam implorar aos sussurros que a penetrasse logo, mas não, eu queria vê-la em desespero de tesão.
Ajoelhei-me com um só joelho no piso frio abocanhando com volúpia sua gruta quente e lavada com seu líquido sagrado do prazer e desejos ardentes, minha língua dançando em círculos ora suave, ora voraz deixando seu clitóris como um membro masculino quando ereto. Sinal que ela estava se deliciando naqueles segundos de sexo oral, eu a virei de costas para mim a abraçando por trás beijando, deslizando meus lábios no seu pescoço, ouvido sussurrando que eu a amava. Num impulso ela se postou de joelhos agora ela arrancando meus profundos gemidos de tesão com meu cacete inteiro dentro de sua boca quente num desvairado vai e vem sugando minha alma.

Subiu beijando todo meu corpo e me arranhando suave, não suportei mais tanto tesão e a ergui em minha cintura onde ela com chave de pernas por trás da minha cintura nós nos beijávamos ardentemente entre gemidos destemidos se alguém ouviria ou não. Encaixei-a sobre meu cacete mais do que duro a penetrando lentamente aquela chaninha molhada e quente que pelo tesão comprimia meu cacete como se a sua chaninha mordesse meu cacete pulsando dentro dela.
Encostei-a a parede gelada arrancando gemidos de tesão num misto de susto pela parede gelada. Agarrada em meu pescoço puxava meus cabelos no delírio do tesão que ela sentia, incessante pedia por mais e mais penetração e eu comecei estocar com certa violência meu cacete que urrava seu tesão dentro da gruta dela.

Ela me olhando inusitado pedido, que arrombasse seu rabinho, claro que não poderia decepcionar ela e a desci da minha cintura, posicionei-a de quatro no piso me ajoelhando atrás dela. Massageei com meus dedos seu rabinho que mostrava seu louco desejo, enfiei um dedo, depois mais um, e mais outro a fazendo quase gritar, pediu que não parasse...

Com um pouquinho de óleo de amêndoas para ajudar a não doer tanto a ela à penetração anal eu massageei meu cacete que estava prestes a explodir meu prazer. Enquanto eu enfiava meu cacete no rabinho dela ao mesmo tempo tocava seu clitóris e com a outra mão a excitava ainda mais acariciando, apertando em círculos seus rígidos mamilos.

Eu quase não suportando mais em urros do meu tesão igual a ela intensifiquei meu vai e vem dentro daquele rabo apertado que me enlouquecia de desejos. Ela aos gemidos de uma dor prazerosa gritou que estava gozando e que eu fosse junto dela, dei graças por que eu não estava mais suportando segurar meu jorro quente e aos urros de prazer de ambos a enchi com meu gozo quente em fortes jatos do meu gozo.

Parecíamos dois adolescentes apaixonados e exaustos recuperando-nos do fôlego afoito e pesado, por tempos abraçados nós dois embaixo d’água morna, mas eu tinha de retornar a minha casa e depois de um longo beijo saí a deixando de olhos fechados perdida em suas lembranças dos nossos ardentes encontros.

Lhortenn